Newsletter mensal da PUC-Rio
Agosto reafirmou, por caminhos distintos, um princípio fundamental à PUC-Rio: o de que excelência científica, arte e memória formam um diálogo permanente — inseparável de sua missão social. Entre encontros internacionais, reconhecimentos acadêmicos e conquistas tecnológicas, a universidade viveu um mês que uniu conhecimento e sensibilidade a serviço do bem comum.
Um dos pontos altos foi recebermos, entre os dias 27 e 29 de agosto, o Colóquio Científico e o Governing Board (Conselho Diretor) da SACRU (Aliança Estratégica de Universidades Católicas de Pesquisa). O encontro reuniu reitores(as), professores(as) e pesquisadores(as) de nove países em torno do tema "Empatia em Diferentes Contextos: Esperança e Reconhecimento em um Lar Comum Compartilhado". A reflexão conjunta, da qual participaram também professores(as) e estudantes da nossa Universidade, contou com a inspiração da abertura mundial da ART CUT'26, primeira Trienal de Arte das Universidades Católicas, com a exposição "Respiração", no Solar Grandjean de Montigny.
Articulada a valores católicos, a conjugação entre ciência, arte e educação reforçou o protagonismo internacional da PUC-Rio – e do Brasil – em coordenar saberes conectados com a construção de um mundo mais justo, harmônico e inclusivo. O Colóquio da SACRU e a abertura da Trienal do Dicastério para a Cultura e a Educação da Santa Sé acentuaram o compromisso histórico da nossa Universidade com o diálogo entre fé, apuro científico e sociedade.
Ainda em agosto, tive a honra de me tornar membro honorário do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e seguir uma tradição envergada por intelectuais jesuítas como os ex-Reitores da PUC-Rio Padres Leonel Franca, S.J., e Jesús Hortal, S.J., que integravam o IHGB. Trata-se de um reconhecimento da PUC-Rio como agente transformadora, por entrelaçar memória, educação e futuro. Se o Instituto conserva a memória histórica da nação, cabe à Universidade, num incansável olhar à frente, convertê-la em inteligência para o amanhã que desejamos construir. Tal convicção orienta o nosso trabalho cotidiano na PUC-Rio.
Também celebramos, no mesmo mês, a assinatura de um acordo de cooperação com a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que fortalece nossa identidade católica e amplia o diálogo sinodal entre Igreja e Universidade; e a conquista do Prêmio Jabuti Acadêmico, na categoria Filosofia, pelo professor Luiz Camillo Osorio, decano do CTCH. Camillo também é, junto com o professor Carlos Eduardo Félix, diretor do Solar, curador da mostra de abertura da Trienal – mais uma expressão de como a excelência de nossa pesquisa se converte em reconhecimento nacional e mundial. Reitero o convite para a comunidade universitária visitar a mostra, em cartaz até novembro.
Agosto também acolheu a posse da professora Margareth Maria Pretti Dalcolmo como diretora do Departamento de Medicina. Ela se soma às lideranças que conduzem uma área com 73 anos de história rumo aos desafios médicos para o futuro – como já expressa, por exemplo, o recém-inaugurado Instituto de Inovação em Saúde –, sem abrir mão da tradição científica e humanitária que sempre marcou a Medicina da PUC-Rio, cujo curso de graduação está a caminho.
Recebemos representativas Aulas Magistrais, como as da Economia, proferidas pelo presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Ilan Goldfajn; e do Instituto PUC-Bhering de Inteligência Artificial, proferida pelos professores da Universidade Stanford Nathaniel Persily e Rob Reich. Eles discerniram pontos importantes quanto aos rumos latino-americano e os dilemas da IA.
Agradeço a toda a comunidade universitária – professores(as), pesquisadores(as), estudantes e colaboradores(as) – que, com dedicação e sensibilidade, torna possível cada uma dessas conquistas. Que continuemos, juntos, convertendo memória em inteligência, ciência em empatia e excelência em serviço ao bem comum.
Participantes da SACRU reunidos em frente ao Solar. Foto: Mateus Monte
A PUC-Rio reforçou seu protagonismo internacional em torno das vanguardas acadêmica, sociocultural e artística, ao sediar, entre 27 e 29 de agosto, o Colóquio Científico e a Reunião do Governing Board (Conselho Diretor) da SACRU (Aliança Estratégica das Universidades Católicas de Pesquisa), em conjunto com a abertura mundial da ART CUT'26, primeira Trienal de Arte das Universidades Católicas, com a exposição "Respiração", no Museu Universitário Solar Grandjean de Montigny. As iniciativas reuniram reitores(as), professores(as) e pesquisadores(as) de nove países, que debateram temas como os impactos da Inteligência Artificial nas rotinas contemporâneas e os desafios socioambientais diante de desigualdades crônicas.
Sob o tema "Empatia em Diferentes Contextos: Esperança e Reconhecimento em um Lar Comum Compartilhado", os participantes debateram, no Salão da Pastoral Universitária Anchieta, caminhos para que os entrelaces entre educação e desenvolvimento científico construam um mundo mais justo, harmônico, sustentável, inclusivo. Ao longo de dois dias, palestras, painéis multidisciplinares e mesas-redondas discutiram assuntos como saúde, sustentabilidade, responsabilidade social, inovação e o papel das artes no cenário contemporâneo.
“As palestras e discussões foram muito enriquecedoras, cooperativas e propositivas. Geraram contribuições importantes para que a educação católica e a ciência se fortaleçam como agentes de transformação social”, salientou a presidente da SACRU, a professora Isabel Capeloa Gil, reitora da Universidade Católica Portuguesa.
Com a participação também de professores(as) e estudantes da PUC-Rio, reflexões e sugestões consolidadas no Colóquio se converterem num documento propositivo que fortalece a cooperação internacional em toda a Aliança Estratégica das Universidades Católicas de Pesquisa e fortalece seu diálogo com a sociedade e o cuidado com o bem comum. Ainda neste sentido, o Governing Board (Conselho Diretor) da SACRU afinou prioridades estratégicas e futuras ações colaborativas da rede.
“Aberta à nossa comunidade universitária, a reunião histórica de representantes das principais universidades católicas de pesquisa reforça o compromisso da PUC-Rio em liderar a cooperação científica voltada para a prestação de serviço à sociedade, ao cuidado com o bem comum”, destaca o professor Marco Cremona, responsável pela Coordenação Central de Pós-Graduação e Pesquisa e pela organização do Colóquio Científico da SACRU na PUC-Rio.
A SACRU integra universidades católicas dedicadas à excelência em pesquisa e ensino, ao engajamento social e à colaboração global, fundamentadas na doutrina católica. Sediar seu Colóquio Científico e a reunião do seu Conselho Diretor acentuou o papel central da PUC-Rio, e o Brasil, na articulação internacional que estreita a relação entre o apuro acadêmico e a responsabilidade social. Tal protagonismo sublinha a vocação histórica da Universidade para o diálogo entre ciência, fé e sociedade.
Essa vocação se expressa também na abertura mundial da ART CUT'26, primeira Trienal de Arte das Universidades Católicas, com a exposição "Respiração", no Museu Universitário Solar Grandjean de Montigny. Gratuita e em cartaz até 15 de novembro, a mostra explora o tema "Exercises in Empathy" ("Exercícios de Empatia"), mesmo fio condutor do Colóquio Científico. Sob curadoria geral do professor português Nuno Crespo e curadoria local de Luiz Camillo Osorio, decano do Centro de Teologia e Ciências Humanas (CTCH) da PUC-Rio, e de Carlos Eduardo Félix, diretor do Solar.
A conjugação do Colóquio da SACRU com a abertura da Trienal de Arte, na PUC- Rio, aguçou a conexão entre pesquisa científica internacional e produção artística. Exploraram, em trilhos articulados, uma questão do nosso tempo: como reconstruir empatia e vínculo num mundo marcado por polarizações, crises ambientais e processos de desumanização.
O Cardeal José Tolentino Gomes, prefeito do Dicastério para a Cultura e a Educação da Santa Sé, é o idealizador da Trienal de Arte das Universidades Católicas, que tem a PUC-Rio como primeira instituição do mundo a abrir a programação, reafirmando seu papel de interlocução entre fé, arte e cultura contemporânea.
Luiz Camillo Osorio, recém-premiado com o Jabuti Acadêmico na categoria Filosofia, e Cadu propuseram, para a exposição de abertura da Trienal, um desdobramento autêntico da noção de empatia: o ato vital de respirar, em suas dimensões simbólicas, sociais e ambientais. Em entrevista ao PUC Urgente, Cadu explicou que a respiração ultrapassa a dimensão biológica e se torna metáfora para a escuta, a convivência e a interdependência entre as pessoas, pois "ninguém respira sozinho": cada inspiração nos relaciona com o ambiente e com o outro.
A proposta se traduz na própria organização do espaço expositivo. O Solar Grandjean de Montigny está dividido em três módulos interligados, que correspondem a diferentes ritmos de respiração: no subsolo, o suspirar vagaroso, representado por uma obra inédita de João Modé concebida especialmente para os porões históricos do prédio; no térreo, o respirar em tempos sombrios, com trabalhos de Brígida Baltar, Antonio Manuel, Julianknxx e da dupla portuguesa Carminho e João Pimenta Gomes; e no primeiro andar, o conspirar – a urgência de respirar em conjunto para resistir –, com obras de Anna Maria Maiolino, Rafa Bqueer e Arthur Jafa.
Mais do que uma sequência de obras, o percurso foi concebido como uma experiência de desaceleração do olhar. Segundo Cadu, cada sala convida o visitante a passar por vários estados de atenção: a contemplação, a memória, o confronto e, por fim, a possibilidade de imaginar novas formas de convivência. Cada artista oferece uma maneira de "respirar o mundo", seja pela delicadeza, pela denúncia ou pela escuta.
A mostra impulsiona, assim, um diálogo entre gerações e geografias da arte contemporânea. Diálogo movido por representantes históricos da arte brasileira, como Antonio Manuel e Anna Maria Maiolino, vencedora do Leão de Ouro na Bienal de Veneza de 2024, e artistas internacionais, como o americano Arthur Jafa e o poeta e cineasta Julianknxx, nascido em Serra Leoa e radicado em Londres.
Completam o conjunto de produções recentes de Rafa Bqueer, artista paraense que investiga raça, gênero e cultura popular brasileira; e uma nova obra sonora, ainda inédita, assinada pela dupla portuguesa Carminho e João Pimenta Gomes.
A exposição na PUC-Rio inaugura a jornada internacional da Trienal. Ela seguirá, entre setembro e dezembro, para universidades católicas no Chile, na Colômbia, nos Estados Unidos, na Itália, em Portugal e em Angola, cada uma com curadoria e recorte temático específicos.
O Reitor da PUC-Rio, Padre Anderson Antonio Pedroso, S.J., destaca a importância histórica, artística e sociocultural de a Universidade abrir a primeira Trienal de Arte das Universidades Católicas. Importância refletida na reunião de artistas de diversas origens, culturas e linguagens. Ao encontro da sua missão educativa, a PUC-Rio abraça a arte como agente de “encontro, reflexão e construção de esperança”.
Para Cadu Félix, a abertura da programação global sublinha a relevância do Solar como espaço de reflexão contemporânea. Um espaço que conecta a produção artística brasileira a um debate internacional tão relevante quanto urgente.
Ao sediar a largada de um projeto de alcance global, a PUC-Rio acentua um traço central de sua identidade: a de Universidade que coloca a produção acadêmica e cultural a serviço dos entrelaces entre fé, ciência e sociedade. Mais do que uma exposição, "Respiração" constitui um convite à comunidade universitária, e ao público em geral, para repensar, pela experiência da arte, os próprios ritmos da nossa vida atual.
Padre Anderson na cerimônia de posse no IHGB: “Reconhecimento à PUC-Rio” - Foto: Vinicius Verta
O Reitor da PUC-Rio, Padre Anderson Antônio Pedroso, S.J., tornou-se membro honorário do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), em solenidade de posse realizada no dia 19 de agosto. Ele se soma a outros intelectuais jesuítas proeminentes que integraram o Instituto, como os Padres Leonel Franca, S.J., e Jesús Hortal Sánchez, S.J., que também foram Reitores da PUC-Rio.
Doutor em História da Arte pela Universidade Sorbonne, Padre Anderson Pedroso foi apresentado, na cerimônia de posse, pelo professor e escritor Joaquim Falcão, integrante da Academia Brasileira de Letras (ABL). O acadêmico saudou o Reitor como um “institutional builder”, destacando sua liderança construtiva à frente da PUC-Rio.
“Esta honra é um reconhecimento à PUC-Rio, ao trabalho permanente em promover o diálogo entre a excelência acadêmica, as construções históricas e a missão educadora voltada à prestação de serviço à sociedade, à coordenação de conhecimentos e competências para enfrentar os desafios sociais”, pontuou o Reitor, ao tomar posse.
Instituição cultural mais antiga em funcionamento no país, o IHGB reúne, em seu círculo, proeminentes acadêmicos das ciências sociais, como o Barão de Rio Branco, que presidiu a entidade pública entre 1907 e 1912. Padre Anderson, ressaltou Joaquim Falcão, ajudará a dar continuidade a esse legado, fortalecendo debates relevantes para a sociedade por meio do diálogo acadêmico. Para o recém-empossado, ingressar no instituto significa participar de uma tradição intelectual que nunca confundiu memória com nostalgia.
Em seu discurso de posse, Padre Anderson Antonio Pedroso recorreu à imagem de duas esculturas, de Gian Lorenzo Bernini e Pierre Lepautre, representando Enéias, Anquises e Ascânio, como fio condutor da reflexão que expôs a importância da preservação histórica da memória, tarefa desempenhada há quase dois séculos pelo IHGB e seus associados, alinhada ao olhar para o futuro:
“O instituto conserva a memória histórica da nação, a universidade converte essa memória em inteligência para o futuro”, sintetizou o Reitor da PUC-Rio, referindo-se à convergência entre a missão de ambas as instituições na construção conjunta do futuro a partir de um pensamento plural, aprofundado e crítico. Ele acrescentou:
“Nossa Universidade oferece o primordial lugar do pensamento profundo. A gente a administra para que esse lugar seja o lugar do silêncio, da profundidade, do pensamento, da pesquisa, a pesquisa cuja excelência pede muitos e muitos anos de dedicação”. Com esta visão, o novo membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro reafirmou seu compromisso com os valores acadêmicos, comunitários e sociais da PUC-Rio e da nova casa em que agora ingressa.
Palestras, oficinas e debates movimentaram estande da PUC-Rio no Pavilhão ExpoT&C - Foto: Vinicius Verta
AA excelência acadêmica da PUC-Rio desdobrou-se em várias atividades ao longo da 78ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), entre 26 de julho e 1º de agosto, no campus da UFF, em Niterói. Uma delas correspondeu à palestra do coordenador central de Pós-Graduação e Pesquisa da PUC-Rio, professor Marco Cremona. Ele detalhou os avanços da eletrônica orgânica para a sociedade.
A convite da FAPERJ (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro), Cremona falou para um público múltiplo e diverso, composto por estudantes, pesquisadores e entusiastas da área. A palestra reforçou o protagonismo científico da PUC-Rio, alinhado à proposta da SBPC de divulgar à população os principais projetos e programas tecnológicos desenvolvidos no país.
De maneira didática e envolvente, Cremona demonstrou a utilização de uma placa de OLED: diodo orgânico emissor de luz, produzido em um dos laboratórios da Universidade. A peça já se tornou parte fundamental para a montagem de dispositivos de última geração como smartphones e relógios inteligentes. Além de menos poluente, o custo para produzi-la é menor do que o de seu antecessor, o LCD.
A participação da PUC-Rio na reunião da SBPC coincidiu com a confirmação da liderança da PUC-Rio no ranking das melhores universidades privadas no Brasil (QS World University Rankings). O mérito reconhece o compromisso permanente da PUC-Rio, reafirmado pelo professor Marco Cremona, com a produção de conhecimento de excelência e com uma educação transformadora, voltada à prestação social e ao bem comum.
O estande da Universidade também reuniu, entre outras atividades,uma apresentação dos programas de bolsa e auxílio para os interessados em ingressar no ensino superior. Passaram pelo espaço cerca 110 mil pessoas, inclusive autoridades como a ministra do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia; a ministra das Mulheres, Márcia Lopes; e a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, além da presidenta da SBPC, Francilene Garcia, e do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que defendeu um plano para o aumento nos investimentos em ciência e pesquisa nacionais. A ministra Luciana Santos já havia proposto um investimento de R$ 50 bilhões para a sua pasta.
A Vice-reitoria de Extensão e Estratégia Pedagógica (VREEP) reuniu, em 20 e 21 de agosto, o corpo docente e técnico-administrativo da PUC-Rio para o encontro “Ecoar o Cuidado: Educação, Ecologia Integral e Casa Comum”. Nos dois dias da iniciativa, que faz parte da série Diálogos, a comunidade universitária integrou um ciclo de escuta, formação e produção acadêmica voltado a reflexões em torno de caminhos para transformar compromissos relacionados à justiça climática, ao desenvolvimento humano e social, à educação, à saúde e à inclusão em currículos, políticas institucionais, práticas de gestão e ações junto a comunidades do Rio de Janeiro.
Boa parte das discussões convergiu para a conjugação de soluções aos impactos das mudanças climáticas nas habitações de risco no estado do Rio.
Representantes dos departamentos e unidades da Universidade compartilharam experiências e saberes alinhados a este compromisso conjunto, reforçando a multidisciplinariedade fundamental ao avanço e à integração do debate, como destaca o decano do Centro de Ciências Sociais (CCS), professor Marcelo Burgos:
“Existem dois caminhos que podemos pensar de imediato: temos que valorizar a interdisciplinaridade de currículos e a oferta de projetos de pesquisa baseados nas demandas da comunidade, que naturalmente são transversais”.
A Vice-reitora de Extensão e Estratégia Pedagógica, Jackeline Farbiarz, ressalta a importância de olhar para as políticas de ensino da PUC-Rio como iniciativas que começam antes do ingresso na universidade e não têm um fim definitivo:
“Entendemos que a estratégia pedagógica é o coração da extensão, porque faz a gente se aproximar de problemas complexos a partir da ótica da cooperação. E isso é um ensinamento para o estudante, o professor e o funcionário técnico- administrativo”. Ela acrescenta:
“Os movimentos de integração e troca de saberes estão diretamente ligados às agendas defendidas pela PUC-Rio, que perpassam meio ambiente, cultura, identidade e o Marco Referencial da nossa Universidade”.
Para atrair sociedade e academia em uma base comum, a VREEP planeja suas atividades de extensão como projetos contínuos e integrados com as solicitações vindas da comunidade. Assim refletiram os debates ao longo do “Ecoar o Cuidado”, quarto encontro da série Diálogos.
No primeiro dia, a reunião acolheu debates sobre o Jubileu do Mundo Educativo e o Sonho de Francisco, o papel da Universidade como polo de esperança pública, os resultados da COP 30, a dívida ecológica e a responsabilidade social das universidades comunitárias. Já o segundo dia, dedicado à “Formação Docente e Alianças Globais”, acolheu painéis referentes ao lugar das Cátedras na Agenda 2030 pós-COP 30 e à contribuição da extensão na pós-graduação para a Agenda 2030 da ONU.
Lideranças do setor energético debateram inovações relacionadas aos gases naturais - Foto: Vinicius Verta
A PUC-Rio recebeu, nos dias 11 e 12 de agosto, a terceira edição do III Workshop de Gás no Brasil, organizado pela Associação Brasileira de Geólogos de Petróleo (ABGP) e patrocinado pela Petrobras. Profissionais e estudantes da área se reuniram no auditório FB8 da Ala Frings para debater questões estratégicas relacionadas aos gases naturais na cadeia energética. Especialistas e autoridades do setor discutiram também inovações tecnológicas no país. As dinâmicas foram coordenadas pelo tesoureiro da ABGP, Sebastião Pereira, especialista em inteligência de Exploração e Produção na Eneva.
No primeiro dia do workshop, o professor Rafael Nasser, diretor do Instituto ECOA, unidade de desenvolvimento e inovação da PUC-Rio, mediou a sessão “Regulação e Mercado”. Dela participou a superintendente de Exploração da Agência Nacional do Petróleo, Marina Abelha. Nasser ressaltou a importância de a Universidade receber esse tipo de discussão: “Um evento como esse é precioso no ambiente universitário, para promover encontros entre a Academia, o mercado e a sociedade. A integração com representantes, por exemplo, da Petrobrás e da ABGP contribui para a pluralidade de conhecimentos estimulada pela PUC-Rio".
Num dos painéis, o representante da Eneva, Glauco Campos, apresentou informações referentes ao Leilão de Reserva de Capacidade na Forma de Potência 2026 (LRCAP) e resultados do mercado de gás no Brasil. Já Marcelo Almeida, da Empresa de Pesquisa Energética, discutiu os cinco anos da Lei do Gás e o planejamento das infraestruturas na área.
O professor da PUC-Rio Edmar Almeida debateu a abertura do mercado e a evolução da comercialização de gás natural no Brasil. Finalizando o encontro, Symone Araújo, da ANP, ressaltou a conjugação do diálogo do debate sobre o futuro desejável entre eficiência energética e sustentabilidade:
“Refletimos o que o gás pode representar no futuro, levando em conta o aspecto da transição energética e seu valor na oferta de uma energia competitiva. Traçamos os grandes desafios da atuação da agência reguladora, em garantir que tenhamos o abastecimento de energia e combustíveis que regulamos.”
No segundo dia, as discussões caminharam centradas nos desafios e inovações dos reservatórios não convencionais. A programação incluiu palestras sobre biogás e biometano, modelagem de sistemas petrolíferos atípicos e inovação na transição. Integraram os debates especialistas como o engenheiro químico Eduardo Falabella (UFRJ); a geóloga da Petrobrás, Érica Tavares; e o representante daHsR, Humberto Reis, da HsR Energy. O workshop coincidiu com a descoberta do poço de petróleo no litoral do Amapá, que promete movimentar os setores energético e petrolífero nacionais.
PUC-Rio na RIW: participação em inovações. Foto: PUC-Rio
A RioBotz, equipe de robótica do CTC da PUC-Rio, conquistou três títulos nas principais categorias da Batalha de Robôs da Rio Innovation Week 2026. Disputados entre 4 e 7 de agosto, no Píer Mauá, no Centro, os combates ganharam o NAM Atlântico, maior navio de guerra em operação da América Latina. Ao final dos quatro dias de atividades, o grupo somou cinco pódios.
Os resultados reforçam a tradição da RioBotz nas competições de robótica de combate e destacam a importância da equipe como espaço de formação e desenvolvimento tecnológico na PUC-Rio. A experiência aproxima os estudantes de desafios práticos da engenharia, estimula a troca de conhecimento entre diferentes gerações e contribui para a formação de profissionais capacitados para criar soluções inovadoras.
“Foi uma conquista especialmente importante para os novos integrantes da RioBotz, que ganharam experiência e confiança em competição. O mais importante é conseguir transmitir o conhecimento entre as gerações de alunos e manter o alto nível da equipe. Quando esse aprendizado vem acompanhado de medalhas, é melhor ainda”, entusiasma-se o coordenador da RioBotz, professor Marco Antonio Meggiolaro, do Departamento de Engenharia Mecânica da PUCRio.
Na categoria Beetleweight, de 1,36kg, o Mini Maloney conquistou o primeiro lugar. Na Antweight, de 454g, a RioBotz fez uma final entre robôs da PUC-Rio: o Micro Maloney ficou com o ouro e o Micro Touro, com a prata. Já na Fairyweight, de 150g, a equipe colocou mais dois robôs no pódio, com o campeão Pico Maloney campeão e o Pico Touro, na terceira colocação.
A participação da Universidade na Rio Innovation Week estendeu-se a diversas atividades que promoveram o diálogo entre ensino, pesquisa, inovação e transformação social. A programação envolveu temas como inteligência artificial, computação quântica, saúde, empreendedorismo, arquitetura etc.
O Reitor, Padre Anderson Pedroso, S.J, debateu como as inovações científicas e a excelência em ensino e pesquisa devem se articular aos desafios relativos à construção de futuros. Ele abordou, no Palco Future, caminhos para que as perspectivas tecnológicas se afinem à transformação social por meio de uma educação integral, humanitária e comprometida com a responsabilidade socioambiental.
O decano do Centro de Teologia e Ciências Humanas (CTCH) da PUC-Rio, professor Luiz Camillo Osorio, foi o ganhador na categoria Filosofia da 3ª edição do Prêmio Jabuti Acadêmico, com o livro “Gestos Curatoriais: Duchamp e Malraux”. Em cerimônia no Teatro Sérgio Cardoso dia 11 de agosto, em São Paulo, o anúncio da premiação constitui um reconhecimento à obra, e à excelência acadêmica da Universidade.
O livro integra a Coleção Diálogos da Editora PUC-Rio, que reúne publicações de perfil transdisciplinar voltadas ao debate entre diversos campos do conhecimento. Derivado de anos de pesquisa, “Gestos Curatoriais: Duchamp e Malraux” examina a curadoria como gesto crítico e criativo, e não apenas como exercício técnico de organizar exposições. A partir das ideias de Marcel Duchamp e André Malraux sobre museus e mostras, Camillo propõe uma genealogia pouco ortodoxa daquilo que chama de “gesto curatorial”, território sobre o qual, segundo ele, “fala-se muito e se discute pouco”. O resultado conecta reflexão teórica com prática contemporânea. Na sua obra, o autor lembra que expor é também refletir, arriscar e reconstruir realidades.
Camillo destacou o papel da PUC-Rio na maturação da pesquisa: “Esse Jabuti Acadêmico na área de Filosofia foi recebido com enorme alegria. É o reconhecimento de uma pesquisa que busca pensar criticamente uma genealogia, nada ortodoxa, do que denomino de gesto curatorial. Muito deste trabalho se deve à PUC-Rio, à troca constante com colegas e, principalmente, com meus alunos e orientandos.
Criado em 2024 como desdobramento do Prêmio Jabuti, uma das principais referências do mercado editorial brasileiro desde 1958, o Jabuti Acadêmico nasceu para valorizar a produção científica nacional, com categorias alusivas a diferentes áreas. Camillo reconhece que o prêmio constitui um reconhecimento do rigor e da relevância da pesquisa desenvolvida no país e, em particular, na PUC-Rio.
A conquista se soma a outros indicadores de excelência acadêmica da Universidade, como a liderança em rankings internacionais e a ampliação de investimentos em pesquisa, extensão e inovação. Reconhecimentos como o Jabuti Acadêmico reforçam algo que a própria trajetória de Camillo ilustra: pesquisa de qualidade se constrói com tempo, apoio institucional e diálogo constante entre professores e estudantes, um dos pilares históricos da PUC-Rio.
O livro é publicado pela Editora PUC-Rio em coedição com a Numa Editora.
https://www.puc-rio.br/noticias/premio_jabuti_2026-08-13.html
Cardeal Dom Jaime Spengler, presidente da CNBB e o reitor da PUC-Rio, Padre Anderson Antonio Pedroso, S.J. Foto: divulgação CNBB
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a PUC-Rio firmaram um acordo de cooperação para o fortalecimento da identidade católica da Igreja. Em consonância com o caráter humanitário e comunitário da universidade, a iniciativa prevê ações bilaterais de incentivo e fomento a projetos voltados para a ampliação e disseminação dos ideais católicos em suas redes afins. A formalização do acordo, em 18 de agosto, reflete a parceria antiga e sólida entre as duas instituições, marcada pelo respeito e interesse mútuo.
Os benefícios convergem na formação transversal dos estudantes, articulada à educação católica. Envolvem, portanto, atributos como compaixão, benevolência, apreço e empatia. O aprofundamento da articulação entre fé e educação se expressa, por exemplo, no fortalecimento dos recursos acadêmicos oferecidos pela PUC-Rio, como a graduação em Teologia, os trabalhos sociais prestados pela instituição e sua perspectiva de prestação de serviços à comunidade.
Espaço de recorrentes seminários e congressos, a Pastoral Universitária Padre Anchieta também engloba os esforços conjuntos da CNBB com a PUC-Rio. Suas atividades têm sido pensadas para suprir as demandas vindas da comunidade universitária, em conformidade com o relatório sobre responsabilidade social apresentado na Assembleia Universitária Extraordinária, em julho.
“Isso nos ajuda também a pensar e a colocar em prática esse modo sinodal de agir e caminhar com a Igreja. Modo sinodal significa caminharmos juntos, decidirmos juntos, respondermos juntos a tantas demandas que a sociedade traz. Praticá-lo, fortalecendo progressivamente o diálogo com a sociedade, é fundamental. A Universidade, com a sua excelência acadêmica em todas as áreas do conhecimento, ajuda a Igreja”, enfatizou o Vice-reitor da PUC-Rio, Padre Miguel Martins S.J.
Tradicionalmente promovidas na abertura do semestre letivo, as Aulas Magistrais incluíram discussões proeminentes sobre o desenvolvimento latino- americano e os rumos da IA. Foram conduzidas, respectivamente, pelo presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Ilan Goldfajn, convidado da Economia; e pelos professores de Stanford Nathaniel Persily e Rob Reich, convidados do Instituto PUC-Bhering de Inteligência Artificial.
Antigo aluno da PUC-Rio, Goldfajn apontou desafios socioeconômicos para o avanço América Latina e ressaltou a importância de esforços coordenados para superá-los, inclusive entre a academia e o mercado. Já Persily e Reich apontaram aplicações crescentes da IA na sociedade contemporânea e salientaram a necessidade de uma formação ética e humanitária capaz de conciliar a inovação tecnológica com a responsabilidade social, como é praticado na PUC-Rio.
Para saber mais, acesse:
https://www.instagram.com/puc.urgente?igsi=dnA3bWRmeWplc2Rl
Sonia: “Obra permite estudar a escrita e a perspectiva teológica e filosófica de Vieira” - Foto: Vinicius Verta
A Editora PUC-Rio lançou, em agosto, o livro “Os Sermões Italianos”, do Padre Antônio Vieira. Organizada por Sonia Netto Salomão e com participação do Reitor, Padre Anderson Antonio Pedroso, S.J., a publicação recupera e contextualiza sete sermões pregados em italiano pelo jesuíta entre 1669 e 1675, durante sua segunda ida à Roma. O lançamento recebeu a comunidade universitária na Casa de Inovação da PUC-Rio.
O livro “Os Sermões Italianos” é resultado de décadas de pesquisa de Sonia Salomão, professora catedrática sênior de Língua e Tradução Portuguesa e Brasileira na Sapienza Universidade de Roma. A pesquisadora consultou bibliotecas e arquivos italianos, incluindo a Biblioteca Vaticana, a Biblioteca Casanatense e o Arquivo dos Jesuítas, para reunir materiais relacionados à passagem de Vieira por Roma e reconstruir o contexto de sua produção em italiano.
Padre Anderson Pedroso, autor de um dos prefácios da obra, destacou a importância histórica e acadêmica de revisitar e iluminar o legado de Antônio Vieira:
“Vieira está presente na PUC hoje de maneira diferente. Está vivo, e a PUC está mais viva também com uma publicação tão bonita”.
Os estudos sobre os sermões italianos fazem parte da trajetória acadêmica de Sonia Salomão desde a década de 1990. Em 1998, ela publicou uma primeira edição de “Sermões italianos”, em Viterbo, além de apresentar naquele mesmo ano um estudo sobre o conjunto dos sermões pregados por Vieira em Roma. A nova publicação retoma esse trabalho e amplia o acesso aos textos para o público brasileiro.
“Ter esses textos pregados e publicados contemporaneamente significa fotografar um momento. Isso nos permite estudar não só o pensamento de Vieira, mas também seu estilo, sua escrita e sua perspectiva teológica e filosófica”, observou a organizadora e tradutora.
O lançamento também dá continuidade à participação da PUC-Rio nas celebrações do bicentenário das relações diplomáticas entre Brasil e Santa Sé. Em maio, a obra foi apresentada na Biblioteca Nacional Central de Roma durante a Jornada de Estudos “Pe. Antônio Vieira entre Brasil, Portugal e Itália: do Sertão Amazônico à Corte Romana”, que reuniu pesquisadores e autoridades brasileiras, italianas e portuguesas.
Margareth Maria Pretti Dalcolmo assume a direção do Departamento de Medicina da PUC-Rio. Ela se soma às lideranças que conduzem uma área com 73 anos de história rumo aos desafios médicos para o futuro sem abrir mão da tradição científica e humanitária.
Na cerimônia de posse, em 24 de agosto, na PUC-Rio, Margareth ressaltou a importância de a capacitação médica caminhar alinhada à responsabilidade ética e social. Doutora em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a pesquisadora da Fiocruz foi apresentada pelo Reitor da PUC-Rio, Padre Anderson Antonio Pedroso, S.J., e pelo Vice-reitor, Padre Miguel de Oliveira Martins Filho, S.J. Sua chegada marca uma nova etapa de uma área que se prepara para consolidar a graduação em Medicina sem abrir mão de sua tradição científica e humanitária e do compromisso com a saúde pública.
“Formar médicos é muito mais do que transmitir conhecimentos. É formar pessoas capazes de exercer o melhor da ciência diante da descoberta da vulnerabilidade humana, da doença, do sofrimento e da finitude”, ressaltou a nova diretora.
Além de vice-reitores(as), professores(as) e estudantes da PUC-Rio, acompanharam a posse autoridades como o secretário do estadual de Saúde do Rio, Ronaldo Damião; o secretário Municipal de Educação, Hugo Ribeiro Nepomuceno; o presidente da Academia Nacional de Medicina, Antônio Egídio Nardi; a vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação do Instituto Fiocruz, Marli Cruz; a diretora científica da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, Fernanda Carvalho de Queiroz Melo; e o reitor da Universidade Federal Fluminense (UFF), professor Antonio Claudio Lucas da Nóbrega.
Durante a cerimônia, Padre Anderson, Padre Miguel e o antecessor de Margareth Dalcolmo na direção da Medicina, professor Walmir Ferreira Coutinho, integrante da Escola Médica de Pós-Graduação, enfatizaram a tradição e os valores da área médica acolhidos na Universidade: “A medicina não é uma novidade na PUC. Mas formar os já médicos era pouco. Nós queremos formar médicos”, disse Padre Anderson, S.J.
A solenidade reuniu autoridades acadêmicas, representantes de instituições de saúde e membros da comunidade universitária. Além do Reitor e do Vice-reitor da PUC-Rio e do professor Walmir Coutinho, compuseram a mesa o Vice-reitor para Desenvolvimento e Inovação, professor Marcelo Gattass; o Vice-reitor de Infraestrutura e Serviços, professor Gustavo Robichez; a Vice-reitora Acadêmica, professora Marley Maria Bernardes Rebuzzi Vellasco; a Vice-reitora de Extensão e Estratégia Pedagógica, professora Jackeline Farbiarz; o Vice-reitor Administrativo, professor Leonardo Lima Gomes; o Vice-reitor para Assuntos Comunitários, professor Renato Callado; e a Vice-Decana do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, professora Jakeline Prata de Assis.
Com 73 anos de história, o Departamento de Medicina chega à nova gestão tendo como desafio conciliar a tradição construída ao longo de décadas com as transformações que já moldam a medicina do futuro – como já expressa, por exemplo, o recém-inaugurado Instituto de Inovação em Saúde. Margareth Dalcolmo compromete-se em fortalecer o alinhamento entre a educação integral da medicina, a excelência científica, a responsabilidade social, a saúde pública e a identidade comunitária da PUC-Rio.
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Delegação chinesa é recebida na PUC-Rio pelo reitor Padre Anderson Antonio Pedroso, S.J. Foto: Divulgação
A PUC-Rio recebeu a delegação da China University of Mining and Technology (CUMT). Além da aula inaugural do semestre do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental (DEC), ministrada pelo Diretor do State Key Laboratory for Tunnel Engineering da CUMT, em Beijing, professor Manchao He, uma delegação de 17 integrantes o acompanhou em visitas, apresentações e reuniões na Universidade. Foram recebidos pelo Reitor, Padre Anderson Antonio Pedroso, S.J., e pela Vice-reitora para Assuntos Acadêmicos, professora Marley Maria Bernardes Rebuzzi Vellasco.
A delegação conheceu o Laboratório de Mecânica das Rochas (LMR) e o Instituto Confucius PUC-Rio. O espaço foi fundado em 2011 por meio de uma parceria entre a PUC-Rio e a Universidade de Hebei, na China. Os chineses também visitaram todo o campus da Universidade, antes de serem recebidos no Centro Técnico Científico (CTC/PUC-Rio) pelo Reitor, Padre Anderson Pedroso, S.J., pela Vice- reitora para Assuntos Acadêmicos, Marley Vellasco, e por representantes e professores do DEC. A programação foi concluída com a Aula Inaugural "Previsão e Controle de Deslizamentos de Encostas", proferida pelo professor Manchao He.
Participaram também das atividades o vice-presidente da CUMT, Ximin Cui; a vice-diretora da Escola de Pós-Graduação da CUMT, Juan Hu; o vice-diretor da CUMT, Junwen Zhang; o vice-diretor do Escritório de Cooperação e Intercâmbio Internacional da CUMT, Leiyu Mo; o vice-diretor da Escola de Química e Engenharia Ambiental da CUMT, Weidong Wang; o Secretário-Geral do Comitê de Estudos de Caso de Engenharia da Chinese Society for Rock Mechanics and Engineering (CSRME), Jinsheng Mi; o secretário-geral executivo da CSRME, Jingrui Niu; o vice-secretário-Geral da CSRME, Junkai Feng; a diretora do Escritório de Assuntos Internacionais da CSRME, Danting HU; os professores da Universidade de Mineração e Tecnologia da China Jiangfeng Liu, Dejian Li e Dejian Li; o professor da Universidade Tongji Fengshou Zhang; e os doutorandos da Universidade Tongji Mingming Ren e Jiaxi Ge.
A PUC-Rio está em processo de assinatura de um convênio com a CUMT (Universidade de Mineração e Tecnologia da China, em português). Este é mais um passo para estreitar os laços entre o Brasil e aquele país.